terça-feira, 15 de outubro de 2013

cena deletada do ultimo olimpiano finalmente e colocada para o pulico ver

gente!!!!!!!!!!!!!!!esssa postagem e inedita por fvr leiam ate o final e depois comentem oque acharam.vi isso num site hoje mesmo,e se trata do livro o ultimo olimpiano.>>>>>>>>>>>>>> essa cena fo deletada do livro :)






Recentemente, eu mencionei no twitter uma cena deletada do “O Último Olimpianos”, na qual Percy encontra sua antiga “rival”, Nancy Bobofit, a garota mortal que fez bullying com ele no “O Ladrão de Raios”. A cena foi cortada do livro para fazer com que a narrativa andasse um pouco mais rápida, mas eu sempre gostei da mesma. Essa semana, eu falei com a Publisher’s Weekly sobre como eu quis que cada personagem tivesse seu destaque em cada livro. Como uma extensão dessa entrevista, a cena deletada da Nacy Bobofit, foi destacada abaixo:
Percy, Thalia, Annabeth e Grover estavam seguindo em direção ao Central Park para lutar com os titãs quando eles passaram por um grupo de mortais inconscientes. Como você deve lembrar, o deus Morfeu botou todos os mortais em Mahattan para dormir antes que o exército de Cronos atacasse a cidade:
As luzes da cidade estavam piscando. Parecia que estavam em modo automático. Os postes de luz do parque brilhavam, tornando as ruas e as árvores parecerem assustadoras – como se precisássemos de algo mais assustador.
Thalia parou e ficou tensa, como se estivesse tendo um pressentimento. “Eu voltarei. Preciso verificar as caçadoras no flanco direito.”
Seu arco apareceu em sua mão e ela desapareceu entre as árvores.
Andamos entre os corpos dos Nova Yorquinos, levando-os  para uma área segura quando podíamos. Estávamos chegando a uma ponte de pedra no parte norte do parque, quando nos deparamos com uma dúzia de crianças, todas caídas perto da barraquinha de Pretzel, como se eles estivessem ali para comprar lanches.
Grover gritou. “Percy….olhe.”
Ele se agachou perto de uma garota de camisa laranja e sardas no rosto. Ela me lembrou um pouco a Clarisse, porque era uma garota grande, como se ela fosse feita para jogar futebol americano.
E então meus olhos se arregalaram. “Ai meus deus. É a…Nancy?”
Eu não a via a quatro anos, mas eu ainda a reconhecia. Nancy Bobofit, a valentona que tinha tornado minha vida insuportável no sexto ano. Grover e eu estudamos na Academia Yancy, e ela implicava com a gente sem piedade. Ela estava por perto no primeiro dia que eu suspeitei que eu era um semideus.
“Quem é Nancy?” Annabeth perguntou
“Uma menina que nós conhecíamos”, Grover murmurou. “Uma menina não muito boa.”
Olhei para as outras crianças que estavam dormindo. Algumas eu nunca tinha visto, mas outras eu achava familiar.
“Essa é a classe da Yancy”, eu disse. “Eles devem estar fazendo a viagem de verão.”
“Sim”, Grover disse. Ele apontou para uma senhora com vestido florido. “Ela é a Sra. Watt. Ela sempre acompanha os alunos nas viagens de verão. Se nós ficássemos em Yancy…”
Ele não terminou o pensamento. Nós dois sabíamos que era impossível. Não vivemos vidas normais. Nós nunca teríamos ficado no ensino médio sem monstros nos atacando ou destruindo nossa escola…ou os dois. Ainda sim, era estranho olhar para os meus ex-colegas de classe. Eu nunca fiquei pensando muito nisso. Uma vez que eu deixava uma escola, eu sempre tentava deixar ela para trás. E além disso, as memórias são quase sempre ruins. Mas olhando para as crianças que tinham continuado, mesmo a estúpida e velha Nancy Bobofit, senti uma onda de tristeza dentro de mim.
“Eles estão bem no meio da batalha”, Grover disse, e olhou para mim para ver o que eu sugeria.
“Nós temos que remove-los do caminho”, eu disse. “Em baixo da ponte, talvez. Eles estarão seguros.”
“Depois de tudo que ela fez com a gente”, Grover murmurou, “Ela meio que merecia ser pisada pelo exército dos titãs.”
“Mas não podemos deixar.”
“Sim. Você está certo. Talvez…desenhar um bigode nela, pelo menos?”
Quatro anos atrás, seria tentador. Agora, eu descobri que eu não a odiava mais. Eu era uma pessoa diferente. Ela era uma mortal no caminho do perigo – nós eramos a única coisa entre ela e a destruição.
“Nada de bigodes”, eu disse. “Annabeth, pode me ajudar?”
Ela estava me estudando cuidadosamente, tentando ler meus pensamentos, mas ela não falou nada. Ela apenas me ajudou a levar o grupo de estudantes até um lugar seguro.

ultimo livro da serie os herois do olimpo

Revelado o título do último livro da série Os Heróis do Olimpo

Com o lançamento de A Casa de Hades, descobrimos o título do quinto e último volume da sérieOs Heróis do Olimpo. Ele se chamará The Blood of Olympus, traduzido literalmente como O Sangue do Olimpo. Confira as imagens que comprovam a informação:
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O livro tem previsão de lançamento para outubro de 2014 nos EUA. Com sorte, poderemos ter novamente o lançamento simultâneo no Brasil. Vamos aguardar e, enquanto isso, ler A Casa de Hades!

domingo, 4 de agosto de 2013

entrevista com fans que assistiram o mar de monstros

Aconteceu hoje, em Los Angeles, a premiere do filme Percy Jackson e o Mar de Monstros, que chega nos Estados Unidos na próxima semana. Alguns fãs tinham o direito de participar da premiere, juntamente com o elenco principal do filme, que estava lá, e nós, do Sobre Sagas, conseguimos uma entrevista exclusiva com Raíssa Galvão e Camila Soares, duas simpáticas fãs brasileiras que estiveram presentes e assistiram o filme em 3D. As fãs são muito simpáticas e adoraram a premiere. Tentamos pegar leve com os Spoilers, mas vamos a entrevista:
Atenção: Essa entrevista pode conter dados sobre Percy Jackson e o Mar de Monstros
Sobre Sagas: O que achou do filme?
Raíssa: Achei muito bom , cortaram uma parte , mas foi muito legal. Seguiu o livro mais fielmente do que o primeiro
Camila: O filme realmente superou minhas expectativas, o primeiro foi ótimo, eu adorei, mas esse foi fantástico.
Sobre Sagas: Qual foi sua cena preferida?
Raíssa: Minha cena favorita foi quando Percy “destrói” Cronos , ele sai rasgando o corpo de Cronos com a espada.
Sobre Sagas: Alguma cena engraçada?
Raíssa: As cenas de Clarisse são muito irônicas , ficando engraçado.
Sobre Sagas: Qual cena do filme você considerou “engraçada”?
Camila: A cena mais engraçada? Na verdade, a Clarice é bem irônica no filme, o que torna as cenas bem divertidas.
Sobre Sagas: Você leu o livro? Se sim, teve muitas mudanças?
Camila: Eu não li o livro não, mas do que conheço do que sei, ele foi bastante fiel ao livro dessa vez.
Sobre Sagas: Você leu o livro? Temos alguma alteração no roteiro, em relação ao livro?
Raíssa: Eu li o livro , mas tem algum tempo, li logo que saiu.  Acho que alteração não, mas foi reduzido . No filme Clarisse aparece muito , não lembro se no livro também.
Sobre Sagas: O que achou de Thalia Grance?
Camila: A participação dela foi pequena no filme, mas parece que será uma grande atriz e com papel de destaque.

Sobre Sagas: Thalia, faz alguma participação marcante no filme? O filme acaba com ela acordando?
Raíssa: O filme acaba com ela acordando, e no começo mostra ela pequena.
Sobre Sagas: Teve bastante cenas com Luke? A atuação dele foi boa?
Raíssa: Ele atua bem sim, e teve bastante cenas com ele.
Sobre Sagas: Qual dos atores você achou que atuou melhor durante o filme?
Raíssa: O Logan Lerman.
Sobre Sagas: O filme começa mostrando os semideuses crianças?
Raíssa: Sim, o Luke, a Annabeth e a Thalia.
Sobre Sagas: Mostrando os Semideuses como crianças, é só a cena inicial mesmo?
Camila: A cena inicial são os semideuses como crianças, e no meio do filme Annabeth vai lembrar mais uma vez, ai irá mostrar eles pequenos.
Pois bem, no filme eles falam como Luke volta? No ultimo filme ele “morre”, temos o retorno dele no filme?
Camila: Luke volta com o rompimento do véu do acampamento, e a volta dele é bem emocionante.
Sobre Sagas: Teve alguma cena que você considere triste?
Raíssa: Quando Annabeth e Tyson “morrem”. Eles voltam, mas todo mundo toma um susto, parece que o final do filme é triste.
Sobre Sagas: Teve alguma cena que você considerou triste?
Camila: Quando a Annabeth morre, é muito triste.
Sobre Sagas: E o Dionisio (Sr. D) e o Quiron, eles aparecem bastante?
Raíssa: Aparecem no começo
Sobre Sagas: No filme temos a famosa cena em que Percy é transformado em Porquinho da India?
Camila: Essa cena infelizmente foi tirada, não aparece.
Sobre Sagas: Temos a corrida de Bigas?
Raíssa: Não tem corrida de bigas não, tem uma competição.
Sobre Sagas: Competição? Como é a competição?
Raíssa: Clarisse ganha de Percy, era para escalar um objeto com vários obstáculos que te derrubavam.
Sobre Sagas: Tivemos muitas cenas com o Grover?
Camila:  Sim, tivemos. Muitas cenas cm Grover. Isso é uma sorte, pois Brandon é um ótimo ator.
Sobre Sagas: uma palavra que defina o filme a premiere pra você
Raíssa: A premiere “sonho”, e o filme, “maravilhoso”.
Camila: A premiere “de arrepiar”, e o filme, “fantástico”.
As garotas foram muito simpáticas durante a entrevista e estão encantadas com os atores e o filme. E depois dessa entrevista, os fãs de Percy Jackson tem razão para ficar ansiosos. Percy Jackson e o Mar de Monstros chega nos cinemas brasileiros dia 16 desse mês, e você pode acompanhar a cobertura exclusiva aqui, no Sobre Sagas.
[ATUALIZADO] Nota de esclarecimento: Annabeth não morre durante o filme, muito menos o Tyson, o filme faz com que pareça que eles morram, em uma cena triste, mas logo depois eles voltam. E Cronos perde uma batalha pra Percy, isso não quer dizer  ele “morre e nunca mais volta”.
   e só para esclarecer mais ainda eu queria que o percy virasse porco pelo menos dessa vez,mas ja que uma dessas duas 'fans'nao leu o livro,nao tem nenhuma razao em dizer tais palavras do livro.a outra  ja se esqueceu!^^passar bem...

domingo, 14 de julho de 2013

primeiro capitulo de a casa de hades

          ola legionarios,eu achei uma publicaçao muito massa de a casa de hades,mas nao sei se e a verdadeira.eu traduzi,com algumas falhas,e consegui isto:

Capítulo 1

HAZEL

Durante o ataque TERCEIRO, Hazel quase comeu uma pedra. Ela estava olhando para o nevoeiro, imaginando como poderia ser tão difícil de voar através de uma cordilheira estúpido, quando o alarme do navio soou.
"Difícil de porta!" Nico gritou do mastro do navio voador.
Voltar ao leme, Leo arrancou a roda. O Argo II desviou para a esquerda, os seus remos aéreas cortando através das nuvens, como linhas de facas.
Hazel cometeu o erro de olhar sobre o trilho. A, forma esférica escuro arremessado em sua direção. Ela pensou: Por que a lua chegam até nós? Em seguida, ela gritou e bateu no convés. A enorme pedra passou tão perto em cima, ele assoou o cabelo do rosto.
CRACK!
O mastro desabou - vela, mastro, e Nico tudo cair no convés. A pedra, aproximadamente o tamanho de uma caminhonete, caiu fora na névoa como se tivesse negócios importantes em outros lugares.
"Nico!" Hazel mexidos para ele como Leo trouxe o nível navio.
"Eu estou bem," Nico murmurou, chutando dobras de lona fora de suas pernas.
Ela ajudou-o, e eles tropeçaram para o arco. Hazel olhou por cima com mais cuidado desta vez. As nuvens se abriram apenas o tempo suficiente para revelar o topo da montanha abaixo deles: a ponta de lança de pedra negra que se projeta a partir de encostas verdes cobertas de musgo. Parado na cimeira foi um deus da montanha - um dos Numina montanum, Jason tinha chamado. Ou ourae, em grego. Tudo o que você chamou, eles foram desagradável.
Como os outros que enfrentaram, este usava uma túnica branca simples sobre a pele tão áspera e escura como basalto. Ele foi cerca de vinte metros de altura e extremamente musculoso, com uma barba fluindo branca, cabelos despenteados e um olhar selvagem em seus olhos, como um eremita louco. Ele gritou algo Hazel não entendia, mas, obviamente, não era acolhedor. Com as próprias mãos, ele arrancou outro pedaço de rocha de sua montanha e começou a moldá-lo em uma bola.
A cena desapareceu na neblina, mas quando o deus da montanha rugiu de novo, outra Numina respondeu à distância, suas vozes ecoando pelos vales.
"Deuses do rock estúpida!" Leo gritou da frente. "Essa é a terceira vez que eu tive que substituir o mastro! Você acha que eles crescem em árvores?"
Nico franziu a testa. "Os mastros são de árvores."
"Isso não é o ponto!" Leo pegou um de seus controles, um improvisado Nintendo Wii vara, e girou em um círculo. A poucos metros de distância, um alçapão aberto no deck. Um canhão de bronze Celestial rosa. Hazel só teve tempo de cobrir ele ouvidos antes lançadas no céu, espalhando uma dúzia de esferas de metal que arrastavam fogo verde. As esferas cresceu picos no ar, como lâminas de helicóptero, e se afastou na névoa.
Um momento depois, uma série de explosões estalavam através das montanhas, seguido pelo barulho indignado de deuses da montanha.
"Ha!" Leo gritou.
Infelizmente, Hazel adivinhado, a julgar por seus dois últimos encontros, a mais nova arma de Leo tinha apenas irritou o Numina.
Outra pedra assobiou pelo ar fora para o seu lado de estibordo.
Nico gritou: "Tirem-nos daqui!"
Leo murmurou alguns comentários pouco lisonjeiros sobre Numina, mas ele virou o volante. Os motores cantarolava. Aparelhamento mágico em si amarrados apertado, eo navio pregado à porta. O Argo II pegou velocidade, retirando-se a noroeste, como vinha fazendo nos últimos dois dias.
Hazel não relaxar até que eles estavam fora das montanhas. O nevoeiro se dissipou. Abaixo deles, sol da manhã iluminava o interior da Itália - colinas verdes e campos dourados não muito diferentes daqueles no norte da Califórnia. Hazel quase podia imaginar que ela estava navegando em casa para o Acampamento Júpiter.
O pensamento pesava em seu peito. Acampamento Júpiter só tinha sido sua casa por nove meses, uma vez que Nico havia trazido de volta do submundo. Mas ela perdeu mais de sua cidade natal de New Orleans, e, definitivamente, mais de Alaska, onde ela morreu em 1942.
Ela perdeu seu beliche no quartel Cohort Quinta. Ela perdeu jantares no refeitório, com espíritos do vento batendo pratos através do ar e legionários brincando sobre os jogos de guerra. Ela queria passear pelas ruas de Nova Roma, de mãos dadas com Frank Zhang. Ela queria experimentar ser apenas uma garota normal, por uma vez, com um doce, namorado carinhoso real.
Acima de tudo, ela queria para se sentir seguro. Ela estava cansada de ser assustado e preocupado o tempo todo.
Ela estava no tombadilho, como Nico pegou lascas do mastro de seus braços e Leo botões perfurados no console do navio.
"Bem, isso foi sucktastic," Leo disse. "Eu deveria acordar os outros?"
Hazel estava tentado a dizer que sim, mas os outros membros da tripulação tinha tomado o turno da noite e tinha ganhado o seu descanso. Eles estavam exaustos de defender o navio. A cada poucas horas, ao que parecia, um monstro romano tinha decidido o Argo II parecia uma saborosa.
Algumas semanas atrás, Hazel não teria acreditado que alguém pudesse dormir durante um ataque Numina, mas agora ela imaginava seus amigos ainda estavam roncando belowdecks. Sempre que tenho uma chance de falhar, ela dormiu como um paciente em coma.
"Eles precisam de descanso", disse ela. "Nós vamos ter que descobrir uma outra maneira em nosso próprio país."
"Huh". Leo fez uma careta para o seu monitor. Em sua camisa de trabalho esfarrapado e graxa espalhados por calça jeans, parecia que ele tinha acabado de perder uma luta com uma locomotiva.
Desde a sua amigos Percy e Annabeth tinha caído no Tártaro, Leo estava trabalhando quase sem parar. Ele tinha agido com mais raiva e ainda mais orientada do que o habitual.
Hazel preocupada com ele. Mas parte dela estava aliviada com a mudança. Sempre Leo sorriu e brincou, ele parecia muito com Sammy, é bisavô ... primeiro namorado de Hazel em 1942.
Ugh, por que a vida tem que ser tão complicado?
"Outra maneira," Leo murmurou. "Você vê um?"
Em seu monitor de brilhava um mapa da Itália. As montanhas dos Apeninos correu pelo meio do país em forma de bota. Um ponto verde para o Argo II piscou, no lado ocidental da escala, algumas centenas de quilômetros ao norte de Roma. Seu caminho deveria ter sido simples. Eles precisavam chegar a um lugar chamado Épiro, na Grécia e encontrar um antigo templo chamado de House of Hades (ou Plutão, como os romanos o chamavam, ou como Hazel gostava de pensar nele: Pior Pai Ausente do Mundial).
Para chegar a Épiro, tudo o que tinham a fazer era ir direto leste - ao longo dos Apeninos e do outro lado do Mar Adriático. Mas isso não funcionou dessa maneira. Cada vez que tentava atravessar a coluna vertebral da Itália, os deuses da montanha atacado.
Nos últimos dois dias eles contornaram norte, na esperança de encontrar uma passagem segura, sem sorte. O Numina montanum eram filhos de Gaia, deusa menos favorito de Hazel. Isso lhes muito determinados inimigos feita. O Argo II não podia voar alto o suficiente para evitar os seus ataques, e mesmo com todas as suas defesas, o navio não poderia fazê-lo em toda a gama, sem ser feito em pedaços.
"A culpa é nossa", disse Hazel. "Nico e meu." O Numina pode sentir-nos ".
Ela olhou para seu meio-irmão. Desde que tinham resgatado dos gigantes, ele começou a recuperar sua força, mas ele ainda estava dolorosamente magra. Sua camisa preta e calça jeans pendurado fora de seu esqueleto. Longo, cabelo escuro emoldurado seus olhos encovados. Sua pele morena tinha virado um doente verde-branco, como a cor da seiva da árvore.
Em anos humanos, ele era apenas quatorze anos, apenas um ano mais velho do que Hazel, mas que não contam toda a história. Como Hazel, Nico di Angelo era um semideus de outra era. Ele irradiava uma espécie de energia velha - uma melancolia que vem de saber que ele não pertence ao mundo moderno.
Hazel não o conhecia muito tempo, mas ela entendeu, mesmo compartilhou de sua tristeza. Os filhos de Hades (Plutão - o que) raramente tinha uma vida feliz. E, a julgar pelo que Nico havia dito na noite anterior, seu maior desafio ainda estava por vir, quando chegou à Casa de Hades - um desafio que ele implorou a ela para manter em segredo dos outros.
Nico segurou o punho da espada de ferro Stygian. "Espíritos da terra não gosta de crianças do submundo É verdade Recebemos sob a pele -... Literalmente Mas acho que o Numina podia sentir este navio de qualquer maneira estamos levando a Athena Parthenos Essa coisa é como um farol mágico.. ".
Hazel estremeceu, pensando no enorme estátua que assumiu mosty do porão. Eles sacrificaram tanto, salvando-o da caverna em Roma, mas eles não tinham idéia do que fazer com ele. Até agora, a única coisa que parecia ser bom para se alertar mais monstros à sua presença.
Leo traçou o seu dedo para baixo o mapa da Itália. "Então, atravessando as montanhas está fora. Coisa é, eles percorrer um longo caminho em qualquer direção."
"Nós poderíamos ir por mar," Hazel sugeriu. "Vela em torno da ponta sul da Itália."
"É um longo caminho", disse Nico. "Além disso, nós não temos ..."
Sua voz falhou. "Você sabe ... o nosso especialista mar, Percy."
O nome pairava no ar como uma tempestade iminente.
Percy Jackson, filho de Poseidon ... provavelmente o Hazel semideus admirava mais. Ele salvou sua vida tantas vezes em sua busca para o Alasca, mas quando ele precisava de ajuda de Hazel em Roma, ela falhou com ele. Ela assistiu, impotente, enquanto ele e Annabeth tinha mergulhado em que pit ....
Hazel respirou fundo. Percy e Annabeth ainda estavam vivos. Ela sabia que em seu coração. Ela ainda poderia ajudá-los se pudesse chegar à Casa de Hades, se ela pudesse sobreviver ao desafio Nico tinha avisado a ela sobre ....
"E continuando o norte?" , perguntou ela. "Tem que haver uma pausa nas montanhas, ou algo assim."
Leo brincava com a esfera de bronze de Arquimedes que ele tinha instalado no console - o seu brinquedo novo e mais perigoso. Toda vez que Hazel olhou para a coisa, sua boca ficou seca. Ela temia que Leo viraria a combinationon errado da esfera e, acidentalmente, ejetá-los todos a partir do deck, ou explodir o navio, ou gire o Argo II em uma torradeira gigante.
Felizmente, eles tiveram sorte. A esfera cresceu a lente da câmera e projetou uma imagem em 3D dos Apeninos acima do console.
"Eu não sei." Leo examinou o holograma. "Eu não vejo nenhum bons passes para o norte. Mas eu gosto da idéia melhor do que recuar para o sul. Que eu sou feito com Roma."
Ninguém discutiu com isso. Roma não tinha sido uma boa experiência.
"O que quer que isso", disse Nico, "temos que nos apressar. Cada dia que Annabeth e Percy estão no Tártaro ..."
Ele não precisa terminar. Eles tinham a esperança de Percy e Annabeth poderia sobreviver o tempo suficiente para encontrar o lado Tártaro das Portas da Morte. Então, supondo que o Argo II pode chegar a Casa de Hades, eles podem ser capazes de abrir as portas no lado mortal, salvar seus amigos, e um selo da entrada, parando as forças de Gaia de ser reencarnado no mundo mortal, mais e mais.
Sim ... nada poderia dar errado com esse plano.
Nico fez uma careta para o campo italiano abaixo deles. Talvez devêssemos acordar os outros. A decisão afeta a todos nós. "
"Não", disse Hazel. "Nós podemos encontrar uma solução."
Ela não sabia por que ela se sentiu fortemente sobre isso, mas desde que deixou a Roma, a equipe começou a perder a sua coesão. Eles estavam aprendendo a trabalhar como uma equipe. Em seguida, bam ... os dois membros mais importantes caiu no Tártaro. Percy tinha sido a sua espinha dorsal. Ele deu-lhes confiança como eles atravessaram o Atlântico e no Mediterrâneo. Quanto a Annabeth - she'd sido o líder de facto da quest. Ela recuperou a Athena Parthenos sozinho. Ela era a mais inteligente das sete, aquele com as respostas.
Se Hazel acordou o resto da tripulação a cada vez que tinha um problema, eles tinham acabado de começar a discutir novamente, sentindo-se cada vez mais desesperadora.
Ela teve que fazer Percy e Annabeth orgulhoso dela. Ela teve que tomar a iniciativa. Ela não podia acreditar que seu único papel nessa busca seria o que Nico tinha advertido de - remover o obstáculo à sua espera na Casa de Hades. Ela empurrou o pensamento de lado.
"Precisamos de algum pensamento criativo", disse ela. "Outra forma de atravessar aquelas montanhas, ou uma maneira de esconder-nos da Numina"
Nico suspirou. "Se eu estivesse no meu próprio, eu poderia sombra de viagem. Mas isso não vai funcionar para um navio inteiro. E honestamente, eu não tenho certeza se tenho a força para me transportar até mais."
"Eu poderia talvez rig algum tipo de camuflagem," Leo disse, "como uma scren de fumaça para esconder-nos nas nuvens." Ele não parecia muito entusiasmado.
Hazel olhou para a terra de rolamento, pensando sobre o que estava por baixo - o reino de seu pai, senhor do submundo. Ela só conheceu Plutão uma vez, e ela não tinha percebido que ele era. Ela certamente não esperava ajuda dele - e não quando ela estava viva pela primeira vez, e não durante seu tempo como um espírito no submundo, não desde que Nico havia trazido de volta ao mundo dos vivos.
Thanatos servo de seu pai, o deus da morte, tinha sugerido que Plutão poderia estar fazendo um favor Avelã por ignorá-la. Afinal, ela não deveria estar vivo. Se Plutão tomou conhecimento dela, ele pode ter que devolvê-la para a terra dos mortos.
O que significava chamando Plutão seria uma idéia muito ruim.
E ainda ...
Por favor, pai, viu-se orando. Eu tenho que encontrar uma maneira de seu templo na Grécia - a Casa de Hades. Se você for lá, mostre-me o que fazer.
Na beira do horizonte, um lampejo de movimento chamou sua atenção - algo pequeno e corridas bege através dos campos em uma velocidade incrível, deixando um rastro de vapor como um avião de.
Hazel não podia acreditar. Ela não se atreveu a esperança, mas tinha que ser ... "Arion".
"O quê?" Perguntou Nico.
Leo soltou um grito feliz como a nuvem de poeira se aproximava.
"É seu cavalo, cara! Você perdeu essa parte toda. Nós não o vi desde Kansas!"
Hazel riu - a primeira vez que ela riu em dias. Foi tão bom ver seu velho amigo.
Cerca de um quilômetro ao norte, o pequeno ponto bege circulou uma colina e parou no cume. Ele era difícil de fazer, mas quando o cavalo empinou e relinchou, o som realizado todo o caminho até o Argo II. Hazel não tinha dúvida - era Arion.
"Nós temos que conhecê-lo", disse ela. "Ele está aqui para ajudar."
"Sim, está bem." Leo coçou a cabeça. "Mas, uh, nós conversamos sobre não desembarque do navio no chão mais, lembra? Você sabe, com Gaia que quer nos destruir, e tudo mais."

"Só me fechar, e eu vou usar a escada de corda." O coração de Hazel estava batendo. "Eu acho que Arion quer me dizer alguma coisa."

terça-feira, 9 de julho de 2013

nono capitulo de a marca de atena completo

IX --PIPER


PIPER NÃO QUERIA USAR A FACA.

Mas sentada na cabine do Jason, o esperando acordar, ela se sentiu sozinha e impotente.

O rosto de Jason estava muito pálido, ele poderia ter sido morto. Ela se lembrou do terrível som de tijolo o atingindo na testa – um machucado que só aconteceu porque ele a tentou proteger dos Romanos.

Mesmo com o néctar e a ambrósia que eles tiveram que o alimentar a força, Piper não poderia ter certeza que ele estaria bem quando acordasse. E se ele tivesse perdido a memória de novo – mas agora, as suas memórias ―dela?

Essa seria a mais cruel das peças que os deuses a teriam pregado até o momento e eles já haviam pregado peças bem cruéis.
Ela escutou Gleeson Hedge no seu quarto ao lado, cantarolando uma canção militar - Stars and Stripes Forever - talvez? Como a televisão por satélite estava fora do ar, o sátiro estava provavelmente sentado no seu beliche lendo de novo questões da revista Guns & Ammo. Ele não era um acompanhante ruim, mas com certeza ele era o bode velho mais ameaçador que Piper já havia encontrado.
Claro que ela estava grata ao sátiro. Ele ajudou seu pai, o ator Tristan McLean, a se reestruturar após ser sequestrado por gigantes no inverno passado. Poucas semanas antes, Hedge pediu a sua namorada, Mellie, para cuidar da casa dos McLean para que ele pudesse ir com eles para ajudar na missão.
O Treinador Hedge tentou fazer parecer com que retornar ao Acampamento Meio- Sangue tivesse sido tudo sua idéia,  as Piper suspeitava que fosse mais do que isso. Nas últimas semanas, quando quer que Piper ligasse pra casa, seu pai e Mellie perguntavam o que estava errado. Talvez algo na sua voz os tenha alertado.
Piper não podia compartilhar as visões que teve. Elas eram muito perturbadoras. Além disso, seu pai tinha tomado uma poção que apagou todas as suas memórias dela como uma meio-sangue. Mas ele ainda podia falar o quanto ela estava chateada e ela tinha quase certeza que seu pai tinha encorajado o Treinador a cuidar dela. 
Ela não deveria sacar sua faca. Isso só a faria se sentir pior. Finalmente a tentação foi grande. Ela desembainhou Katoptris. Não lhe pareceu muito especial, só uma faca triangular com um simples cabo, mas ela tinha pertencido a Helena de Tróia. Seu nome significava ―espelho. Piper olhou fixamente para a sua faca de bronze. Primeiramente, ela só viu seu próprio reflexo. Depois uma luz ondulava através do metal. Ela viu uma multidão de semideuses Romanos reunidos no fórum. O garoto loiro e maltrapilho, Octavian, falava para a multidão, agitando os punhos. Piper não conseguia o escutar, mas era óbvio o que falava: Nós precisamos matar esses Gregos!
Reyna ficou de lado, com o seu rosto apertado de emoções reprimidas. Mágoa? Raiva? Piper não tinha certeza.
Ela estava preparada para odiar a Reyna, mas ela não conseguia. Durante a festa no fórum, Piper admirou a maneira com que ela guardou seus sentimentos.
Reyna viu logo de cara algum tipo de relacionamento entre Piper e Jason. Como uma filha de Afrodite, Piper podia falar coisas desse tipo. Ela ficou educada e como se estivesse no controle. Ela colocou as necessidades do seu Acampamento na frente das suas próprias emoções. Ela deu aos gregos uma chance justa... Até que o Argo II começou a destruir a
sua cidade.
Ela quase fez Piper se sentir culpada de ser a namorada do Jason, embora isso seja bobo. Jason nunca foi o namorado da Reyna, não de verdade.
Talvez Reyna não fosse tão ruim, mas isso não importava agora. Eles estragaram a chance de paz. O poder da Piper de persuasão, por uma vez, não fez nada de bom.
Seu medo secreto? Talvez ela não tenha tentado verdadeiramente. Piper nunca quis ser amiga dos Romanos. Ela estava muito preocupada em perder Jason para a sua vida antiga.
Talvez inconscientemente ela não tenha feito o seu melhor no charme.
Agora Jason estava machucado. O navio quase foi destruído. E de acordo com a sua faca, aquele matador de ursinhos maluco, Octavian, estava incentivando os Romanos para a guerra.
A cena na sua faca mudou. Teve uma rápida série de imagens que ela já tinha visto antes, mas que ainda não as entendia: Jason cavalgando para uma batalha nas costas de
um cavalo, com seus olhos dourados ao invés de azuis; uma mulher em um belo e antigo vestido sulista, de pé ao lado de um parque perto do oceano e com palmeiras; um touro com a face de um homem barbudo, emergindo de um rio; e dois gigantes em togas amarelas combinando, içando uma corda em um sistema de polias, levantando um vaso de bronze grande de um buraco.
Ai veio a pior visão: ela se viu com Jason e Percy, de pé com água na cintura no fundo de uma câmara escura e circular, como uma parede gigante. Formas fantasmagóricas se moviam na água enquanto ela subia rapidamente. Piper agarrava as paredes, tentando escapar, mas não tinha aonde ir. A água alcançou o peito deles. Jason foi puxado para baixo.
Percy tropeçou e desapareceu.
Como que um filho do deus do mar podia se afogar? Piper não sabia, mas ela se olhou na visão, sozinha e derrotada no escuro, até que a água subiu mais que a sua altura.
Piper fechou os olhos. Não me mostre isso de novo, ela implorou. Mostre-me algo útil.
Ela se forçou a olhar na faca de novo.
Agora, ela viu uma rodovia vazia cortando campos de trigo e girassóis. Uma marca de milhagem marcava: TOPEKA 32. No acostamento da estrada tinha um homem de short caqui e com camisa de acampamento roxa. Seu rosto estava coberto pela sombra de um grande chapéu, com a aba rodeada de videiras. Ele levantou uma taça de prata e acenou para Piper. De algum jeito ela sabia que ele a estava oferecendo algum tipo de presente - uma cura ou um antídoto.
— Hei — Jason resmungou.
Piper estava tão surpresa que ela deixou cair sua faca. — Você está acordado! 
— Não pareça tão surpresa. — Jason tocou na atadura que estava na sua cabeça e franziu as sobrancelhas. — O... O que aconteceu? Eu me lembro das explosões e...
— Você se lembra de quem eu sou?
Jason tentou rir, mas isso se tornou em uma dolorosa contração. — Na última vez que eu chequei você era a minha maravilhosa namorada Piper. A não ser que algo tenha mudado enquanto eu estava apagado?
Piper estava tão aliviada que ela quase chorou. Ela o ajudou a sentar e o deu um pouco de néctar para bebericar enquanto ela o atualizava sobre os eventos ocorridos. Ela estava explicando o plano do Leo para concertar o navio quando escutou cascos de cavalo cavalgando através do convés acima de suas cabeças.
Momentos depois, Leo e Hazel tropeçaram em uma parada na entrada, carregando uma grande placa de bronze martelado entre eles.
— Deuses do Olimpo. — Piper encarou Leo. — O que aconteceu com você?
O seu cabelo estava untado para trás. Ele tinha óculos de proteção de solda na testa, uma marca de batom na sua bochecha, tatuagens por todo o braço e uma camisa que se lia COISA GOSTOSA, BAD BOY E TIME LEO.
— Longa história — ele disse. — Os outros estão de volta?
— Ainda não — Piper respondeu.
Leo amaldiçoou. Aí ele percebeu Jason se sentando e o seu rosto se iluminou. — E aí cara! Ainda bem que você está melhor. Vou estar na sala de máquinas.
Ele saiu correndo com a placa de bronze, deixando Hazel na entrada.
Piper levantou uma sobrancelha pra ela. — Time Leo?
— Nós conhecemos Narciso — Hazel disse, o que não explicou muito na verdade. — E também Nêmesis, a deusa da vingança.
Jason suspirou. — Eu perco toda a diversão.
No convés acima, algo fez THUMP, como se uma criatura pesada tivesse pousado.
Annabeth e Percy vieram correndo corredor abaixo. Percy estava carregando um balde de plástico de cinco galões fumegante que cheirava pessimamente. Annabeth tinha um
pedaço de alguma coisa preta e pegajosa no seu cabelo. A camisa do Percy estava coberta disso.
— Alcatrão? — Piper chutou.
Frank apareceu atrás deles, o que fez com que o corredor ficasse muito cheio de semideuses. Frank também tinha um grande pedaço da sua cara lambuzada com a substância preta.
— Topamos com uns monstros de alcatrão — disse Annabeth. — Hei, Jason, estou feliz que esteja acordado. Hazel, onde está o Leo?
Ela apontou para baixo. — Sala de máquinas.
De repente, todo o navio se inclinou para bombordo. Os semideuses tropeçaram. Percy quase derramou seu balde de alcatrão.
— Uh, o que foi isso? — ele exigiu.
— Oh... — Hazel parecia embaraçada. — Talvez agente tenha deixado algumas ninfas que vivem nesse lago zangadas. Tipo, todas elas.
— Ótimo. — Percy entregou o balde de alcatrão para Annabeth e Frank. — Vocês ajudam o Leo. Eu vou segurar esses espíritos da água o quanto eu puder.
— Pode deixar! Frank prometeu.
Os três saíram, deixando Hazel na porta da cabine. O navio se inclinou de novo e Hazel apertou seu estômago como se estivesse doente.
— Eu vou... — Ela engoliu, se dirigiu fracamente em direção ao corredor e saiu correndo.
Jason e Piper ficaram na parte de baixo do barco enquanto balançava. Para uma heroína, Piper se sentia uma inútil. Ondas batiam no casco enquanto vozes de raiva vinham
do convés - Percy gritando, o Treinador Hedge também gritando, só que com o lago. Festus, a figura de proa, soltou fogo várias vezes. Mais embaixo do corredor, Hazel gemia
tristemente na sua cabine. Na sala de máquinas, parecia que Leo e os outros estavam fazendo um tipo de dança irlandesa com bigornas presas nos seus pés. Depois do que
pareceram horas, o motor começou a zumbir. Os remos rugiram e chiaram e Piper sentiu o navio se erguer no ar.
O balanço e a tremedeira pararam. O navio ficou quieto, com exceção do zumbido das máquinas. Finalmente Leo apareceu da sala de máquinas. Ele estava banhado de suor, pó de cal e alcatrão. Parecia que a sua camisa tinha sido retalhada em uma escada rolante. O TIME LEO do seu peito agora se lia ME LEO. Mas ele riu forçadamente como um louco e anunciou que eles estavam a salvo e no caminho.
— Encontro no salão desarrumado em uma hora. — ele disse. — Dia louco, huh?
Depois de todos terem se limpado, Treinador Hedge pegou o leme e os semideuses se reuniram para o jantar. Era a primeira vez que todos estavam sentados juntos – só os sete.
Talvez as suas presenças devessem ter reafirmado Piper, mas vendo todos eles em um lugar só a lembrou que a Profecia dos Sete estava em andamento. Sem mais espera por Leo terminar o navio. Sem mais dias fáceis no Acampamento Meio-Sangue, fingindo que o futuro estava distante. Eles estavam a caminho, com muitos Romanos raivosos atrás deles e as terras antigas à frente. Os gigantes estariam esperando. Gaia estava em ascensão. E a não ser que eles completem a missão, o mundo seria destruído.
Os outros devem ter sentido isso também. A tensão no salão desarrumado era como uma tempestade elétrica, o que era totalmente possível, considerando os poderes de Percy e Jason. Em um momento embaraçoso, os dois garotos tentaram sentar na mesma cadeira (na cabeceira). Saíram literalmente faíscas das mãos de Jason. Depois de um momento curto de repulsão, como se os dois estivessem pensando É sério, cara? eles cederam a cadeira a Annabeth e se sentaram em lados opostos da mesa.
A tripulação trocou informações de o que aconteceu em Salt Lake City, mas até mesmo a história ridícula do Leo sobre como ele enganou Narciso não foi suficiente para animar o
grupo.
— Então, para onde agora? — Leo perguntou com a boca cheia de pizza. — Eu fiz um concerto rápido para que pudéssemos sair do lago, mas ainda tem muito dano a ser
reparado. Nós realmente temos que descer de novo e concertar algumas coisas antes de cruzarmos o Atlântico.
Percy estava comendo um pedaço de torta, que por algum motivo era totalmente azul - recheio, casca e até a sobremesa de creme. — Nós precisamos ganhar alguma distância do Acampamento Júpiter — ele disse. — Frank viu algumas águias sobre Salt Lake City. Nós deduzimos que os Romanos não estão muito atrás de nós.
Isso não melhorou o clima da mesa. Piper não queria dizer nada, mas ela se sentiu obrigada... E um pouco culpada. — Eu não acredito que podemos voltar e tentar nos reconciliar com os Romanos. Talvez eu não usei charme bem o suficiente.
Jason pegou na sua mão. — Não foi sua culpa, Pipes. Ou do Leo — ele adicionou rapidamente. — O que quer que tenha acontecido foi culpa da Gaia, para separar os dois
acampamentos.
Piper estava agradecida pelo seu apoio, mas ela ainda se sentia desconfortável. — Se talvez pudéssemos explicar isso, embora...
— Sem provas? — Annabeth perguntou. — E sem idéia do que realmente aconteceu?
Eu agradeço o que esta dizendo, Piper. Eu não quero os Romanos no nosso lado ruim, mas até entendermos o que Gaia está planejando, voltar seria suicídio.
— Ela tem razão — Hazel disse. Ela ainda parecia um pouco enjoada, mas ela estava
tentando comer alguns biscoitos de água e sal. A borda do seu prato estava encravada de
rubis e Piper tinha certeza que eles não estavam lá no inicio da refeição. — Reyna pode até
escutar, mas Octavian não vai. Os Romanos têm que pensar na sua honra. Eles foram
atacados. Eles irão atirar primeiro e perguntar depois.
Piper encarou a sua própria refeição. Os pratos mágicos podiam lhe dar uma grande
variedade de comida vegetariana. Ela gostava especialmente do abacate e da quesadilla
grelhada com pimenta, mas hoje a noite ela não estava com muita fome.
Ele pensou nas visões que teve na sua faca: Jason com olhos dourados; o touro com
cabeça de homem; os dois gigantes em togas amarelas içando um jarro de bronze de um
buraco. E o pior de tudo, ela se lembrou dela mesmo se afogando em água preta.
Piper sempre gostou de água. Ela tinha boas memórias do surf com o seu pai. Mas
desde que ela começou a ver essa visão na Katoptris, ela tem pensado mais e mais em uma
velha história Cherokee que o seu avô costumava contar para afasta-la do rio perto da sua
cabana. Ele a contou que os Cherokee acreditavam em espíritos da água bons, como as
Náiades dos gregos; mas eles também acreditavam em espíritos da água ruins, os canibais
de água, que caçavam mortais com flechas invisíveis e que gostavam de afogar crianças
pequenas.
— Vocês estão certos — ela decidiu. — Nós temos que continuar. Não só por causa dos
Romanos. Nós temos que nos apressar.
Hazel acenou. — Nêmesis disse que nós só temos mais seis dias até que Nico morra e
Roma seja destruída.
Jason franziu as sobrancelhas. — Você quer dizer Roma, Roma, não Nova Roma?
— Eu acho. — Hazel disse. — Mas se for, não temos muito tempo.
— Por que seis dias? — Percy se perguntou. — E como eles vão destruir Roma?
Ninguém respondeu. Piper não queria adicionar notícias ruins, mas ela sentiu que devia.
— E tem mais — ela disse. — Eu tenho visto algumas coisas na minha faca.
O garoto grande, Frank, congelou com um garfo cheio de spaghetti a meio caminho da
boca.
— Coisas como...?
— Elas não fazem realmente sentido, — Piper disse — só imagens confusas, mas eu vi
dois gigantes, vestidos iguais. Talvez gêmeos.
Annabeth encarou a transmissão mágica do Acampamento Meio-Sangue na parede.
Agora ela mostrava a sala de estar da Casa Grande: um fogo aconchegante na lareira e
Seymour, a cabeça de leopardo empalhada, roncando contentemente acima da lareira.
— Gêmeos, como na profecia da Ella — Annabeth disse. — Se pudéssemos descobrir
sobre essa parte, pode nos ajudar.
A filha da sabedoria caminha sozinha. — Percy disse. — A Marca de Atena queima
sobre Roma. Annabeth, isso tem que significar você. Juno me disse... Bem, ela me disse
que você tinha uma tarefa difícil pela frente em Roma. Ela disse que duvidava que você
conseguisse fazer isso. Mas eu sei que ela está errada.
Annabeth respirou profundamente. — Reyna ia me contar algo um pouco antes do navio
atacar. Ela disse que tinha uma lenda antiga entre os pretores de Roma - algo que tinha a
ver com Atena. Ela disse que talvez possa ser a razão da qual Gregos e Romanos não se
davam bem.
Leo e Hazel trocaram olhares nervosos.
— Nêmesis mencionou algo similar — Leo disse. — Ela falou de uma dívida antiga que
tinha de ser resolvida.
— Uma coisa que poderia levar as duas naturezas dos deuses à harmonia — Hazel
lembrou. — Um mal antigo finalmente vingado.
Percy desenhou uma carranca na sua sobremesa de creme. — Eu só fui pretor por
algumas horas. Jason, você já ouviu uma lenda como essa?
Jason ainda segurava a mão da Piper. Seus dedos ficaram pegajosos.
— Eu... Uh, eu não tenho certeza. — Ele disse. — Eu vou pensar nisso.
Percy estreitou os olhos. — Você não tem certeza?
Jason não respondeu. Piper queria perguntar a ele o que estava errado. Ela podia dizer
que ele não queria discutir essa lenda antiga. Ela olhou para ele, ele pediu silenciosamente.
Depois.
Hazel quebrou o silêncio. — E as outras linhas? — Ela virou seu prato com rubi
incrustado. — Gêmeos ceifaram o fôlego do anjo, que detém a chave para a morte sem fim.
— A ruína dos gigantes se apresenta em ouro e pálida — Frank adicionou. — Ganha
através da dor de uma prisão tecida.
— A ruína do Gigante — Leo disse. — Tudo que é uma ruína de Gigante é bom para
nós, certo? Isso é provavelmente o que precisamos achar. Se isso pode ajudar os deuses a
parar de agir de forma esquizofrênica, isso é bom.
Percy assentiu. — Nós não podemos matar os Gigantes sem ajuda dos deuses.
Jason virou para Hazel e Frank. — Eu achava que vocês tinham matado aquele gigante
no Alasca sem a ajuda dos deuses, só vocês dois.
— Alcioneu é um caso especial — Frank disse. — Ele só era imortal no território em que
nasceu – Alasca. Mas não no Canadá. Eu gostaria de poder matar todos os gigantes
atravessando eles da fronteira do Alasca para o Canadá, mas... — Ele encolheu os ombros.
— Percy está certo, nós vamos precisar dos deuses.
Piper olhou fixamente para as paredes. Ela realmente desejava que Leo não as tivesse
enfeitiçado com imagens do Acampamento Meio-Sangue. Era como um portal para casa que
ela nunca conseguiria passar. Ela olhou a lareira de Hestia queimando no meio do verde
enquanto os chalés desligavam suas luzes para o toque de recolher.
Ela se perguntava como os semideuses Romanos, Frank e Hazel, se sentiam sobre
essas imagens. Eles nunca estiveram no Acampamento Meio-Sangue. Isso parecia
alienígeno para eles ou injusto que o Acampamento Júpiter não foi representado? Isso fazia
com que eles sentissem falta da sua própria casa?
As outras linhas da profecia apareceram na mente de Piper. O que era uma prisão
tecida? Como que gêmeos ceifaram o fôlego dos anjos? A chave para morte sem fim não
parecia muito alegre também.
— Então... — Leo empurrou sua cadeira para longe da mesa. — Primeiro o que tem que
ser feito, eu acho. Nós teremos de descer de manhã para concluir os reparos.
— Algum lugar perto de uma cidade — Annabeth sugeriu — no caso de precisarmos de
suprimentos. Mas algum lugar fora da rota, para que os Romanos tenham dificuldade em
nos achar. Alguma idéia?
Ninguém falou. Piper se lembrou da sua visão na faca: o homem estranho em roxo,
segurando um cálice e acenando para ela. Ela estava parada em frente de uma placa onde
se lia TOPEKA 32.
— Bem, — ela se aventurou — o que vocês acham do Kansas?

segunda-feira, 8 de julho de 2013

oitavo capitulo de a marca de atena completo


VIII- Leo

LEO SE EMPOLGOU PARA UMA MUDANÇA EXTREMA. Ele pegou algumas pastilhas de hortelã e um par de óculos para marceneiros do seu cinto de ferramentas. Os óculos não eram exatamente óculos de sol, mas teriam de servir. Ele arregaçou as mangas de sua camisa, usou um pouco de óleo de maquina para arrumar o cabelo, enfiou uma chave inglesa no bolso de trás (o porquê exatamente, ele não tinha certeza) e fez Hazel desenhar com um marcador uma tatuagem em seu bíceps: COISA GOSTOSA, com uma caveira sobre ossos cruzados.

— No que você esta pensando? — Ela parecia muito nervosa.
— Eu tento não pensar — Leo admitiu. — Isso interfere em ser louco. Se preocupe somente em mover o bronze Celestial. Echo, você está pronta?
— Pronta. — Ela disse.
Leo respirou fundo. Ele andou em direção ao lago, esperando que ele parecesse incrível
e não como se tivesse um problema nervoso. — Leo é o mais legal. — ele gritou.
— Leo é o mais legal! — Echo gritou de volta.
— Yeah, baby, olha pra mim!
— Olha pra mim! — Echo disse.
— Abram caminho para o rei!
— O rei!
— Narciso é fraco!
— Fraco!
O grupo de ninfas se espalhou em surpresa. Leo afastou as ninfas como se elas
estivessem o incomodando. — Sem autógrafos, meninas. Eu sei que vocês querem um
pouco de tempo do Leo, mas eu sou legal demais! É melhor apenas ficarem atrás desse
perdedor do Narciso. Ele é patético!
— Patético! — Echo disse com entusiasmo.
As ninfas resmungaram com raiva.
— O que você está falando? — Uma exigiu
— Você é patético. — Disse outra
Leo ajeitou os óculos e sorriu. Ele flexionou os bíceps, embora ele não tivesse muito o
que flexionar e exibiu sua tatuagem COISA GOSTOSA. Ele tinha a atenção das ninfas,
mesmo porque elas estavam atordoadas; mas Narciso ainda estava olhando seu próprio
reflexo.
— Vocês sabem o quão feio Narciso é? — Leo perguntou ao grupo. — Ele é tão feio,
que quando ele nasceu sua mãe pensou que ele era um centauro ao contrario — com uma
bunda de cavalo na cara.
Algumas ninfas ofegaram. Narciso franziu o cenho, como se estivesse vagamente
consciente de um mosquito zumbindo em torno de sua cabeça.
— Vocês sabem o porquê de seu arco ter teias de aranha? Leo continuou. — Ele o usa
para caçar encontros, mas ele não consegue encontrar um!
Uma das ninfas riu. As outras rapidamente deram cotoveladas para silenciá-la.
Narciso virou-se e fez uma careta para Leo. — Quem é você?
— Eu sou o Grande McShizzle, cara! — Leo disse. — Eu sou Leo Valdez, o supremo
bad boy. E as garotas amam um bad boy.
— Amam um bad boy! — Echo disse, em tom convincente.
Leo pegou uma caneta e autografou o braço de uma das ninfas. — Narciso é um
perdedor! Ele é tão fraco, que não consegue levantar um lenço de papel. Ele é tão patético,
que quando você procura patético no Wikipédia tem uma foto dele lá, só que a foto é tão feia
que ninguém olha.
Narciso uniu as incríveis sobrancelhas. Sua face estava mudando de bronze para rosa
salmão. No momento, ele tinha esquecido totalmente a lagoa, Leo podia ver a camada de
bronze afundando na areia.
— Do que é que você está falando? — exigiu Narciso. — Eu sou incrível. Todo mundo
sabe disso.
— Incrível em ser um chato. — disse Leo. — Se eu fosse um chato como você, eu me
afogaria. Ah, espera, você já fez isso.
Outra ninfa riu, em seguida outra. Narciso rosnou, o que o fez parecer um pouco menos
bonito. Enquanto isso, Leo sorriu e levantou as sobrancelhas sobre seus óculos e estendeu
as mãos, pedindo aplausos.
— Isso mesmo! — Disse. — Time Leo para vencedor!
— Time Leo para vencedor! — Echo gritou. Ela se movia sinuosamente entre as ninfas,
e como ela era tão difícil de ver, as ninfas, aparentemente, pensaram que a voz era de uma
delas.
— Ah meu Deus, eu sou tão incrível! — Leo gritou.
— Tão incrível! — Echo gritou de volta.
— Ele é engraçado — uma ninfa se aventurou.
— E bonito, para um magrelo. — disse outro.
— Magrelo? — Leo perguntou. — Baby, eu inventei o magrelo, esquelético é a nova
sensação. E eu TENHO magreza. Narciso? Ele é um perdedor, nem o Mundo dos Mortos o
queria. Ele não conseguia nem fazer as fantasmas saírem com ele para um encontro.
— Eca. — disse uma ninfa.
— Eca! — concordou Echo.
— Pare — Narciso levantou. — Isso não está certo. Essa pessoa obviamente não é
incrível, então ele deve estar... — Ele procurou pelas palavras certas. Provavelmente faz um
bom tempo desde que ele falou de qualquer coisa a não ser ele mesmo. — Ele deve estar
enganando a gente.
Aparentemente, Narciso não era completamente estúpido. O entendimento apareceu em
seu rosto. Ele voltou-se para a lagoa. — O espelho de bronze se foi! Meu reflexo! Devolva.
— Time Leo! — Uma das ninfas disse. Mas as outros voltaram a atenção para Narciso.
— Eu sou o bonito. — insistiu Narciso — Ele roubou meu espelho e eu vou embora, a
menos que nós o obtenhamos de volta!
As meninas ofegaram ,uma apontou. — Ali!
Hazel estava no topo da cratera, correndo o mais rápido que podia, enquanto carregava
uma grande chapa de bronze.
— Recuperem. — gritou uma ninfa.
Provavelmente contra sua vontade, Echo murmurou — Recuperem.
— Sim! — Narciso despendurou seu arco e pegou uma flecha de sua alijava
empoeirada. — A primeira que pegar esse espelho, eu vou gostar dela quase tanto quanto
eu gosto de mim mesmo. Eu poderia até te beijar, logo depois de eu beijar meu reflexo!
— Ah meus deuses! — As ninfas gritaram.
— E matem esses semideuses! — Narciso acrescentou, olhando generosamente para
Leo. — Eles não são tão legais quanto eu!
Leo podia correr muito rápido quando alguém estava tentando mata-lo. Infelizmente, ele
tinha muita prática.
Ele ultrapassou Hazel, o que foi fácil, já que ela estava lutando com cinqüenta quilos de
bronze Celestial. Ele pegou um lado da chapa de metal e olhou para trás. Narciso estava
posicionando uma flecha, mas essa era tão velha e frágil, que se quebrou em pedaços.
— Ai! — Ele gritou de forma muito atraente. — Minha unha!
Normalmente ninfas eram rápidas — pelo menos as do Acampamento Meio-Sangue
eram — mas estas estavam sobrecarregadas com pôsters, camisetas, e outras mercadorias
Narciso™. As ninfas também não eram boas em trabalho em equipe. Eles continuavam
tropeçando umas nas outras e se empurrando. Echo piorou as coisas correndo entre elas,
fazendo-as tropeçarem e combatendo tantas quantas podia.
Ainda assim, elas estavam chegando perto rapidamente.
— Chame Arion! — Leo arfou.
— Já chamei! — Disse Hazel.
Eles correram para a praia. Eles chegaram até a beira da água e podiam ver o Argo II,
mas não havia maneira de chegar lá. Era longe demais para nadar, mesmo que não tivesse
carregando bronze.
Leo virou. O grupo estava vindo sobre as dunas, Narciso na liderança, segurando seu
arco como uma batuta de um maestro. As ninfas tinham conjurado variados tipos de armas.
Algumas seguravam pedras. Outras tinham bastões de madeira envolvidos em flores.
Algumas náiades tinham arminhas de água, o que não parecia assustador — mas seus
olhares ainda eram assassinos.
— Ah, cara. — Leo murmurou, convocou fogo em sua mão livre. — Sinceramente, lutar
não é pra mim.
— Segure o bronze Celestial. — Hazel pegou sua espada. — Fique atrás de mim!
— Fique atrás de mim! — Eco repetiu. A garota camuflada estava correndo à frente do
grupo agora.
Ela parou na frente de Leo e virou, levantou os braços como se quisesse protegê-lo
pessoalmente.
— Eco? — Leo mal podia falar com o nó na garganta. — Você é uma ninfa corajosa.
— Ninfa corajosa? — Seu tom era de pergunta.
— Tenho orgulho de ter você no Time Leo. — disse ele. — Se sobrevivermos a isso,
você deve esquecer Narciso.
— Esquecer Narciso. — ela disse incerta.
— Você é boa demais para ele.
As ninfas os cercaram em um semicírculo.
— Impostores. — disse Narciso — Eles não me amam garotas! Todos nós me amam,
não é?
— Sim! — as garotas gritaram, exceto por uma ninfa confusa com um vestido amarelo
que murmurou — Time Leo.
— Matem eles. — ordenou Narciso.
As ninfas avançaram, mas a areia a frente delas explodiu. Arion veio correndo de lugar
nenhum, circulando o grupo tão rapidamente que criou uma tempestade de areia, dando um
banho de cal em seus olhos.
— Eu amo esse cavalo.— disse Leo.
As ninfas caíram, engasgando e tossindo. Narciso tropeçava cegamente, balançando
seu arco como se tentando acertar uma piñata1.
Hazel subiu na sela, ergueu o bronze e ofereceu uma mão a Leo.
— Não podemos deixar Echo! — Leo disse.
— Deixar Echo! — repetiu a ninfa .
Ela sorriu e pela primeira vez Leo pode ver claramente seu rosto. Ela era realmente
bonita. Seus olhos eram mais azuis do que tinha imaginado. Como ele não tinha reparado
nisso?
— Por quê? — Leo perguntou. — Você não acha que ainda pode salvar Narciso...
— Salvar Narciso...— Ela disse confiante. E mesmo que fosse só um eco, Leo pode
perceber que era exatamente isso o que ela queria. Ela havia ganhado um segunda chance
na vida e estava determinada a usá-la para salvar o cara que ela amava, mesmo ele sendo
(embora muito bonito) um caso perdido.
Leo queria protestar, mas Echo se inclinou e o beijou no rosto e gentilmente o empurrou
para longe .
— Leo, vamos. — chamou Hazel.
As outras ninfas começavam a se recuperar. Elas limparam o da cal de seus olhos, que
agora estavam verdes brilhando de raiva. Leo olhou para Echo novamente, mas ela já tinha
se dissolvido no cenário.
— Sim. — ele disse, com a garganta seca. — Sim, está bem.
Ele subiu ficando atrás de Hazel. Arion correu através da água, as ninfas gritavam atrás
deles, e Narciso exclamando — Devolvam, devolvam.
Enquanto Arion corria de volta ao Argo II, Leo seu lembrou sobre o que Nêmesis havia
dito sobre Echo e Narciso: Talvez eles te ensinem uma lição.
Leo havia pensado que ele havia falado de Narciso, mas agora ele se perguntava se a
verdadeira lição para ele era Echo — invisível para suas irmãs, amaldiçoada a amar alguém
que não se importava com ela. A sétima roda. Ele tentou esquecer esse pensamento, ele
agarrou a chapa de bronze como se fosse um escudo.
Ele estava determinado a não esquecer o rosto de Echo. Ela merecia pelo menos uma
pessoa que a viu e sabia o quão bom ela era. Leo fechou os olhos, mas a memória de seu
sorriso já estava desaparecendo.